Descobri que oiço melhor as pessoas quando olho para a cara delas. Ou seja, a linguagem não-verbal é tão importante, que quando retiro os óculos sinto não estar a perceber o que a pessoa quer transmitir.
Hoje comecei as aulas de yoga e por momentos pensei que a cabeça do meu fémur ia sair do encaixe.
Os olhos brilhavam, parecia que uma gota de lágrima queria crescer no canto externo dos dois olhos. E ele continuava a sua história. Que eu não sabia como tinha sido difícil, quando lhe trataram pelo nome próprio e lhe disseram, agora tem de pensar um dia de cada vez.
Sempre na mesma como a lesma.
Chorar baba e ranho.
Uma no cravo e outra na ferradura.
Chover no molhado.
Fim de tarde em Lisboa.
O Sol anda ainda pouco tímido no canto direito dos meus óculos de sol. No rio, meia-duzia de pequenos barcos à vela salpicam a água de branco. A ponte cobre-se de uma fina neblina, que com o passar do tempo se aproxima de nós.
A esplanada pertence ao Noobai Café, no miradouro de Santa Catarina. Perfeita para uma tarde de domingo, ajudando a dar o pulo para uma semana mais feliz.
http://www.noobaicafe.com/
O regresso a Lisboa traz um friozinho no estômago.
Acabou a minha fase funchalense. Depois de arrumar as malas (e os neurónios) escreverei mais qualquer coisinha.
Problemas técnicos não me permitem acesso ao blog para postagens, falta de rede da vodafone no Funchal. Retomarei em breve.